segunda-feira, 23 de novembro de 2009



Efémera melodia me trazes
Leve brisa suave
Que segredos escondes colhidos
Em mares nunca navegados.
Enquanto sopravam tormentas
Em tantos caminhos e encruzilhadas
Que lembra demónios pelando
Pela alma dos condenados.

Brisa fresca matutina,
Áurea rósea imaculada.
Tão bela!
Tão perfumada,
Fosses tu mais bravia
E eu seria arrastada.

Deixam marcas geladas
Essas carícias em meu regaço
E eu sonho com chama ardente
Que sempre cuidei em não sentir,
Mas fora tanta a promessa!
Tanta e tão bem enlaçada
Que descurei no prevenir
E acabei enregelada.

Um comentário:

  1. Olá! Com licença; deixe que me apresente: sou Jeferson, um homem comum que gosta de escrever. Quando tenho um tempo saio vadio em visitas a blogs, seguindo a seta que aparece no auto da pagina inicial (próximo blog>>). Posso afirmar que é uma experiência “deliciante”.
    Quando encontro um blog bem legal eu posto um comentário e deixo o convite para que conheçam o http:jefhcardoso.blogspot.com/ . Pela proposta de seu blog creio que poderá encontrar algo em minha sessão em preto e branco, que data de novembro.

    Parabéns por seu blog e desculpe a intromissão.
    Abraço: Jefhcardoso.

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